Quando eu era criança eu
adorava pegar um papel e uma caneta. Era um bom jeito de me manter ocupada e
não incomodar os adultos.
Com papel e caneta eu gostava
de desenhar, escrever poemas ou mesmo fazer um diário.
Quando nos tornamos adultos
nosso tempo é tomado por tarefas, e acabamos nos esquecendo dos nossos hobbies.
Hoje, aos 30 e poucos anos, num
momento reflexivo da minha vida, eu me dou conta disso. Que não sei mais
desenhar e nem escrever poemas. Talvez esteja apenas “enferrujada”. Espero que
sim.
Uma grande vontade minha quando
adolescente era ser escritora. Aliás, ainda gostaria de publicar livros. Isso
me traria grande satisfação.
Penso que isso exige muita
criatividade e disciplina. Além de tempo, que neste momento eu tenho de sobra,
pois não estou trabalhando.
Sobre o que eu escreveria?
Biografia é bacana. Mas a minha? Não sei se minha estória de vida seria
interessante para outras pessoas. Será?
Ou poemas? Acho bonito, mas não
me vejo mais escrevendo poemas.
Crônicas? São interessantes e
eu teria como inspiração a querida Clarice Linspector.
Também poderia escrever uma
ficção. Mas ainda não tive nenhuma grande ideia.
Outra opção que me agrada é
escrever contos infantis. Não sei como esta o mercado para este estilo hoje.
Mas vou pensar sobre o assunto.
Uma coisa que me intriga é
saber qual o futuro do mercado de livros impressos? Vejo que há pessoas que
procuram o livro digital, mas há os mais nostálgicos que ainda não trocam o bom
e velho livro impresso.
E você, leitor (a), o que você deixou
de fazer quando criança e gostaria de voltar a fazer?

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